Por que a advocacia deveria usar e abusar da tecnologia

Sim, se você ainda não usa e abusa da tecnologia para melhorar a sua advocacia, você vai ficar para trás!

Você já ouviu falar que a advocacia vai acabar, tudo será automatizado e a inteligência artificial irá tomar conta do mundo jurídico?

Pois então. 

Assim como existe uma grande possibilidade disso acontecer, também podemos ter um futuro completamente diferente. 

Até onde sabemos, ninguém do século passado ficou esperando os carros voadores serem fabricados e acessíveis à população! 

Já imaginou se, com medo da inovação, os fabricantes de automóveis parassem suas fábricas desde o início da ideia? 

Lembrando que a ideia começou na década de 30!

Então, sem mais delongas, vamos parar de sofrer antecipadamente. 

A advocacia deve pensar no agora e usar a tecnologia que temos disponível a favor da profissão, que é ainda muito requisitada e necessária a sociedade.

Por que advocacia usar tecnologia

A tecnologia a favor do seu tempo!

Sabemos que o um dos principais ativos da modernidade é o tempo

O tempo é um bem precioso para os advogados, que muitas vezes têm tarefas que, embora importante para o escritório, não demandam o uso do intelecto, apesar de demandarem muito do tempo disponível.

Um exemplo disso são as demandas repetitivas. 

Desde os estágios na faculdade, estudantes de Direito têm contato com as petições em massa.

Trocam-se nomes, número processual, data e… próxima.

Acontece que essas demandas nos tomam tempo e pouco raciocínio. 

Desanima estudar tanto para fazer as mesmas tarefas e trocas de informações que os estágios exigiam ainda na graduação.

Aí entra a tecnologia!

Hoje já temos várias ferramentas que automatizam a produção de documentos, a organização e a gestão dessas petições de massa.

Outra tecnologia que é capaz de revolucionar seu jeito de advogar é a jurimetria.

Basicamente, trata-se da aplicação de modelos estatísticos na compreensão dos processos e decisões judiciais. 

Ao utilizar uma plataforma com essa proposta, você poderá ter um levantamento de teses, facilitar e melhorar suas petições.

Outra novidade que tem despertado o interesse dos advogados é o legal design

Já existem plataformas que simplificam processos e facilitam a abordagem com os clientes – que, convenhamos, não estão acostumados com tanto juridiquês. 

É sempre importante inovar e trazer novos padrões que darão sinal de empatia para com os leigos e chamar a atenção para essa nova era.

Além disso, a organização no trabalho é de extrema importância, assim você utilizará melhor seu tempo e render mais frutos do seu trabalho

Para isso, há ferramentas, inclusive plataformas gratuitas que permitem a criação de uma rotina das suas atividades e também da sua equipe. 

Outro aspecto da tecnologia que vai cada vez mais ganhar predominância na rotina e no dia a dia de advogados e escritórios de advocacia é a gestão dos dados.

Isso acontece já há algum tempo dentro de grandes bancas de advogados, mas existem ferramentas poderosas e acessíveis a advogados para otimização da coleta, tratamento e utilização estratégica de dados.

Os dados podem ser utilizados para fins de identificação de padrões de comportamento, interesses, melhores alternativas.

Quando casado com a jurimetria, por exemplo, é possível identificar padrões de julgamento em determinadas varas ou juízos, metrificando a tendência de decisões em casos específicos.

Imagine entrar com um processo judicial sabendo exatamente se será necessário interpor recursos à segunda instância? Ou apresentando argumentos mais convincentes e alinhados ao pensamento do juízo que cuidará do teu processo.

A tecnologia é a sua aliada

Essas são apenas algumas das milhares de ferramentas tecnológicas à disposição da advocacia, prontas para ajudar os advogados a melhorar sua produtividade, seu atendimento e até as chances de sucesso em ações judiciais.

Nos ajude a difundir essa cultura da tecnologia na advocacia! Vem com a gente?

Visite o site da Juddi e conheça essa solução para otimizar a sua rotina diária de criação e assinatura de documentos.

Quais os riscos de criar uma startup sem departamento jurídico?

Empreender com startups envolve riscos calculados e os aspectos jurídicos não podem ser ignorados. Entenda neste artigo quais os riscos de criar uma startup sem departamento jurídico.

Imagine que você está pronto para iniciar seu empreendimento inovador. 

Sua ideia já está formulada, você conta com um time qualificado em vendas, marketing, tecnologia e seu produto está em fase de testes (MVP).

Agora é só trabalhar, certo? 

Bom, se a sua posição for a de CEO da equipe, provavelmente algumas preocupações jurídicas passaram pela sua cabeça.

  • Qual o vínculo que possuo com o meu time? 
  • Alguém pode roubar minha ideia? 
  • Quando devo abrir a empresa? 
  • Preciso de algum documento nesse início?

Esses são um dos questionamentos mais básicos que surgem quando um negócio está iniciando, principalmente os escaláveis, como é o caso das startups. 

Então, para te ajudar, aqui vão alguns pontos importantes que justificam você contar com um departamento jurídico quando por a mão na massa.

Quais os riscos de criar uma startup sem departamento jurídico

Primeiro, a empresa!

É por uma ideia que todos, funcionários e sócios, estão se empenhando, certo? A empresa, então, nada mais é do que a organização de esforços em prol da concretização da ideia. 

Mas, que empresa?

É necessário definir tanto o regime societário, quanto o regime tributário que a empresa irá se estruturar, pois isso define quantos sócios poderão ingressar, a movimentação de ações e a captação para investimentos.

Uma das principais causas de morte de startups é o desacordo entre os fundadores. Então, um documento alinhando interesses é essencial nessa etapa.

Sócios, Colaboradores ou Contratados?

Em tese, é impossível um negócio estruturado que conte apenas com uma pessoa. 

Sendo assim, deve ser definido em qual dessas três categorias as pessoas que estão trabalhando com você irão se enquadrar, pois, cada uma delas possui características que devem ser observadas. 

Se Sócios podem dispor do próprio patrimônio, Colaboradores em regime de CLT não podem trabalhar mais de 44 horas semanais, nem Pessoas Jurídicas Contratadas atuarem de forma subordinada a você.

A não observância desses critérios pode, literalmente, acabar com o seu negócio. 

Por outro lado, se a função de cada um estiver bem definida, existem contratos que incentivam o alinhamento de interesses e o sentimento de pertencimento entre funcionário e empresa!

O seu nome é, de fato, seu?

O marketing é a chave para o crescimento de qualquer empresa, principalmente as escaláveis. 

Quanto mais gente souber, melhor!

Porém, você já pensou que alguém pode se utilizar da sua marca e do seu nome? 

Ou, no cenário contrário, você estar utilizando o nome ou marca de alguém e ter que mudar toda a sua identidade visual em pleno crescimento?

O registro de marca é algo pouco conhecido pelos empresários brasileiros, mas é de suma importância para qualquer empresa que almeje o sucesso. 

O Instituto Nacional de Propriedade Intelectual regula o uso por categorias e não ter a sua marca registrada pode gerar grandes problemas no futuro.

Por tudo isso, um departamento jurídico dentro de uma startup funciona de modo preventivo, e, por isso, muitos acreditam que pode ser dispensado. 

Esses, preferem lidar com o problema quando ele já estiver acontecido.

Porém, a experiência nos mostra que a melhor estratégia ao longo prazo é a prevenção!

Preocupe-se com o Jurídico da sua startup desde a fase de ideação e busque alternativas caso não tenha capital suficiente para contratar um advogado.

Às vezes você vai precisar fazer um bootstrapping jurídico!

Algumas lawtechs, como a Juddi, já oferecem não somente o suporte jurídico, mas a documentação necessária para dar os primeiros passos no seu negócio.

Nos conte você: já passou algum apuro jurídico na sua empresa?

Como a Juddi pode me conectar com advogados?

Entenda como a Juddi conecta você e a sua empresa a advogados especialistas e acessíveis.

Uma regra que vale para muitos negócios em início de jornada é a famosa frase: faça você mesmo. 

Se existe algo que você tem a capacidade de aprender em médio tempo e executar de modo mais ou menos satisfatório, você deve fazer, uma vez que contratar uma consultoria especializada pode custar um dinheiro que você não tem no momento. 

Na grande maioria das Pequenas e Médias Empresas, bem como nas Startups, essa é a regra de ouro quando o tema são demandas jurídicas. 

Modelos da internet, fórum de dúvidas, grupos de advogados, sobrinho da tia do sócio… Pode parecer que quase tudo é válido para cortar custos e manter a operação viva nessa primeira fase.

Nós entendemos a necessidade de modelo de negócio enxuto. 

Porém, os riscos podem ser desproporcionais.

Algo que você não previa acontece, uma demanda jurídica excepcional ou até mesmo um investidor que exige que sua empresa tenha representação jurídica para fechar negócio.

a Juddi conecta você aos advogados

O que costuma acontecer nessas horas?

Nesse cenário, você tem algumas opções:

  1. Buscar advogados generalistas. Eles são fáceis de achar, não vão te cobrar tão caro, mas não possuem experiência para atuar na área, muito menos se preocupam em estudar o tema.
  1. Procurar por advogados especialistas em grandes escritórios. Eles também são fáceis de achar e são dominam o tema, mas irão te cobrar preços exorbitantes.
  1. Procurar advogados especialistas com preços justos e que atendam sua demanda de modo adequado.

A terceira opção, embora mais vantajosa do que as outras duas, não é fácil de se encontrar. 

E, nesse cenário, a Juddi pode te ajudar a encontrar e se conectar com advogados. 

Nossa plataforma conta com uma seção exclusiva para esse fim. 

Nela, você terá acesso a um rol de advogados e poderá escolhê-los pela especialidade e pelo valor/hora.

Assim, a Juddi pode te conectar aos advogados de forma acessível e simples.

Tem dúvidas sobre uma cláusula? Precisa reestruturar a sociedade ou lidar com algum problema jurídico urgente?  

Avalie o perfil do profissional escolhido por meio da sua biografia e agende pelo próprio site. 

Simples, rápido e fácil.

Conheça mais sobre a Juddi no nosso site!

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5 passos para melhorar a prospecção de clientes na advocacia

Os clientes são a vida de qualquer negócio. Isso vale também para a advocacia. Por isso, usar ferramentas para melhorar a prospecção de clientes e aumentar o potencial da sua advocacia é de suma importância.

Quando uma turma de calouros de direito é questionada sobre quais os planos após a graduação, poucos respondem que a advocacia é a primeira opção. 

Com o passar do tempo, embora advogar não seja a pretensão inicial de muitos, acaba se tornando uma opção, tanto por escolha como por necessidade temporária. 

Não é à toa que hoje somos mais de 1,1 milhão de advogados cadastrados da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o que, considerando a população brasileira, estima-se 1 advogado para 190 habitantes.

Porém, independente de como você chegou a essa escolha, nós sabemos que está cada vez mais difícil criar uma carteira de clientes e concorrer com escritórios de médio e grande portes.

Ainda, para tornar sua jornada um pouco mais árdua, a OAB limita por meio do Código de Ética e Disciplina a mercantilização da advocacia, como se já não fosse complicado o suficiente.

Apesar de tudo isso, você não pode tornar os relatos acima uma desculpa para não crescer profissionalmente. 

Ao contrário, deve entender suas adversidades, suas limitações e focar em soluções.

Aqui nós vamos te dar algumas dicas de como crescer sua advocacia, prospectar mais clientes e alavancar seu faturamento. Vamos lá:

ferramentas para melhorar a prospecção de clientes e aumentar o potencial da sua advocacia

1. Marketing jurídico não é infração ética, ok?

O Marketing Jurídico tem sido uma ferramenta de excelência quando se trata de aumentar a prospecção de clientes.

A Internet proporcionou isso à advocacia, permitindo que advogados iniciantes pudessem competir em pé de igualdade com grandes escritórios.

Algumas estratégias de conquista de clientes que podem ser utilizadas, por exemplo:

  • fazer um bom planejamento dos objetivos;
  • fazer o networking na advocacia;
  • participar de eventos jurídicos;
  • investir em blog e redes sociais;

Vale a pena investir nessa estratégia para atrair clientes na advocacia.

2. Construa uma boa imagem no mundo online

Cuidar da comunicação é essencial nas estratégias de conquista de clientes na advocacia. 

Para ter uma presença digital relevante, é necessário investir em Marketing Jurídico, como falamos anteriormente, além de trabalhar bem sua autoridade por meio da criação de conteúdo.

Você pode investir em blogs jurídicos, publicar em sítios da internet já validados pelo público como o Blog da Juddi, por exemplo. 

Isso tudo pode ser feito desde o início, mesmo que você tenha pouca verba. 

3. Invista em networking: o boca a boca ainda é a melhor forma de crescer na advocacia

Criar uma boa rede de networking com os que usam e são parceiros do seu negócio pode contribuir para o crescimento da sua advocacia.

Em especial se você considera os efeitos de longo prazo dessa prática. 

Conheça os seus clientes e monitore a área de atuação e as demandas mais buscadas para oferecer serviços melhores e mais rápidos. 

Uma gestão de clientes bem feita impacta no aumento da sua receita e isso pode ser feito com softwares jurídicos ou até com planilhas simples.

4. Seja inovador trabalhe bem o seu branding

Já são mais de 1 milhão de advogados atuantes no Brasil e a previsão é de que até 2022 esse número dobre de tamanho.

Invista no branding para a prospecção de clientes. entenda o seu nome como a sua marca e deixe seus valores claros para seus clientes.

Ao investir na sua marca, as pessoas passam a reconhecer o seu trabalho como seu.

As pessoas compram de quem elas confiam. Use a sua marca e seu trabalho para ganhar essa confiança.

5. Modernize a sua prática jurídica usando a tecnologia

Investir em tecnologia para promover uma gestão eficaz da sua rotina de trabalho é um excelente caminho para modernizar sua advocacia.

Existem softwares jurídicos para fazer o registro e o acompanhamento de atendimentos e processos, gestão de tarefas e compromissos etc.

Trabalhar aspectos mais práticos da sua rotina, como a criação, organização e assinatura de documentos é ainda mais relevante.

Isso porque otimizar essas tarefas te garante mais tempo para focar em todos os itens anteriores que foram abordados neste artigo.

A tecnologia permite que você torne seu trabalho ainda mais eficiente, aumentando o seu potencial de prospecção e vendas na advocacia!

E aí? Gostou das dicas?

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Como a Juddi pode otimizar sua advocacia!

Entenda em mais este artigo como a Juddi pode otimizar sua advocacia através da automação e da tecnologia.

Todo advogado (talvez você que está lendo este artigo) já se fez alguma destas perguntas: 

  • “Onde estava aquele documento? Eu jurei que tinha deixado aqui”
  • “Como eu vou fazer para o cliente assinar isso? Ele vai me devolver só mês que vem”
  • “Quantas horas eu vou levar fazendo esse contrato?”

Pode acreditar, você não está sozinho. 

A vida do advogado autônomo ou de pequenos escritórios é correria e tomada de decisão constantes. 

E, para facilitar esse cenário, entra a Juddi

A assistente jurídica virtual possui funcionalidades que respondem essas perguntas que aparecem quase que diariamente e te ajudam a otimizar seu serviço de modo intuitivo e barato. Veja só.

Organização dos documentos em nuvem

Se antes, as procurações e contratos acumulavam pastas e pilhas impossíveis de se revirar, a digitalização melhorou muito a organização, mas nem tanto.

O risco dos arquivos se perderem quando estão guardados em mídias físicas existe (e não é pequeno). 

A organização também pode variar muito de pessoa para pessoa – você já buscou por um documento e encontro 9 com o mesmo nome? 

Então…

A Juddi organiza seus documentos em uma nuvem dentro da plataforma, na ordem que você os gerou. 

Basta procurá-los pelo nome ou buscá-los você mesmo, tudo de maneira simples.

Assinatura eletrônica

Quem nunca precisou que o cliente assinasse um documento importante e ele demorava semanas para retornar? 

Pois é…

O processo de imprimir o documento, assinar fisicamente, escanear o papel novamente junto com a identidade era um verdadeiro caos, principalmente quando existiam 6 ou 7 partes e, por isso, ficou no passado. 

Com a assinatura eletrônica da Juddi você consegue agilizar um fluxo que, muitas vezes, poderia atrasar todo um planejamento acerca da gestão de processos dentro do seu escritório. 

Tudo isso com uma validade jurídica maior do que uma assinatura convencional. 

Documentos quase instantâneos ao acesso de um clique

Dia cheio, agenda lotada de audiências. Seu cliente mensalista liga e pede, com urgência, um contrato que você, talvez, nunca tenha ouvido falar.  

Desesperador? Não se ele estiver na Juddi. 

Com a Juddi os documentos são gerados com respostas simples à formulários igualmente simples.

Além das informações pessoais das partes, ajuste o contrato conforme as suas preferências, muitas vezes apenas selecionado opções, e, quando acabar, ele já estará na plataforma, organizado, pronto para ser baixado e também pronto para ser assinado.

Simples, não?

Bom, tentamos resumir ao máximo todas as vantagens que a Juddi pode proporcionar para sua advocacia, mas você pode confirmar tudo isso na prática.

Conheça mais sobre a Juddi no nosso site e se cadastre gratuitamente!

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Como inovar na advocacia?

Empurrado pelos avanços tecnológicos, o serviço jurídico foi forçado a se adaptar a uma realidade que, além de inédita, é altamente dinâmica, forçando vários setores a inovar, inclusive a advocacia.

A Quarta Revolução Industrial, marcada pelo avanço da internet, digitalização e automação de processos, tecnologias disruptivas e novos modelos de negócio, demanda um esforço contínuo do profissional do direito em busca de inovação e adaptação.

Mas, como inovar?

Na realidade, maioria dos conceitos e jargões dessa Revolução 4.0 são distantes do mundo jurídico, ficando restritos ao ambiente tecnológico. Precisamos, então, saber como a inovação é internalizada pela advocacia

Como, nesse contexto, não parar no tempo e continuar exercendo a profissão.

como inovar na advocacia

O novo advogado: aliado ou inimigo da tecnologia?

Desde o início do século (e até os dias de hoje), existe uma falsa ideia de que a tecnologia irá acabar com o ofício do advogado. 

Que, ao final da década, robôs elaboração pareceres e comunicarão aos juízes a decisão com 100% de perícia.

Nada poderia ser mais distante da realidade. 

A tecnologia é uma constante aliada ao profissional do direito e isso já foi provado, na prática, com o processo eletrônico. 

Então, como forma de entender essa nova realidade e como pode se obter vantagem com ela, aqui vão algumas características e dicas:

  • 1) Conhecimento jurídico disperso

Esqueça a Barsa ou enciclopédias com multi volumes. A informação agora pode ser encontrada com uma simples busca na internet. 

Isso significa que não basta dizer ou parecer autoridade. Deve-se construir um conteúdo que embase o status que se objetiva transparecer para o cliente.

Esse processo passa por um posicionamento ativo em redes sociais, como uma espécie de portfólio, com postagens úteis e que gerem valor, uma vez que ao cogitar seu nome como seu patrono, seu cliente buscará ele no Google.

  • 2) Uma nova relação com o marketing 

Marketing e Propaganda foram, por muitos anos, palavras “proibidas” dentro do ciclo de advogados, uma vez que o Código de Ética e legislações correlatas possuem um amplo rol de restrições.

Porém, a atualidade mostrou a necessidade de uma nova relação com as estratégias de captação, especialmente online.

Esse novo panorama veio por meio do marketing de conteúdo. Considerando que toda a informação já está dispersa, ganha quem informar de modo mais didático, interativo e completo.

  • 3) Automatize trabalhos mecânicos (e use a tecnologia ao seu favor)

O principal ativo do profissional do direito é o tempo e a forma como o geri tem relação direta com seus lucros e qualidade do serviço. 

A Revolução Tecnológica nos mostrou como é possível automatizar trabalhos mecânicos, como petições simples, envio de e-mails, contratos, implicando em uma verdadeira economia de tempo e diminuição de erros provocados pelo cansaço (justamente o que fazemos aqui na Juddi). 

A inovação na advocacia, que passa pela a automatização desses processos, só é possível quando se compreende a função dessas ferramentas e as utiliza, extraindo o máximo da sua potencialidade. 

  • 4) Foque no relacionamento

E, todo esse processo de automatização e otimização, tem como objetivo destacar a relação entre indivíduos, pois, independe do seu escritório ser todo digital, o cliente deposita a confiança na resolução do problema em outro indivíduo, que julga ser capacitado, você. 

Já falamos aqui sobre alguns passos para melhorar sua prospecção de clientes na advocacia.

Sendo assim, a inovação na advocacia, dentro do contexto de Revolução 4.0, passa pela presença nas redes sociais, marketing de conteúdo, automatização de processos internos e relacionamento interpessoal.

O que falta para você começar a inovar sua advocacia hoje?

Elabore um Memorando de Entendimentos (MoU) para sua Startup!

A ansiedade para abrir uma empresa e fazer o negócio gerar é normal, principalmente no contexto das Startups. Por ser um modelo mais acessível e simples de iniciar, muitos negligenciam questões importantes como a regulamentação e organização da relação entre as partes envolvidas.

Você precisa entender: assim como uma Startup pode se tornar um unicórnio (empresa com valor de mercado bilionário), ela pode fechar as portas muito antes do que imagina! 

É claro que você não quer entrar para a segunda estatística, não é?

Por isso, é fundamental que uma Startup inicie seu processo de formalização com a elaboração de um Memorando de Entendimentos ou MoU (Memorandum of Understanding).

O Memorando de Entendimentos é um contrato preliminar, que vai conter as principais informações, termos e condições do negócio a ser realizado, além de deixar claro a intenção acordada entre as partes envolvidas.

Pense no MoU como um manual de regras que vai nortear o desenvolvimento do seu projeto!

Então, quando elaborar o MoU da sua Startup não esqueça de abordar as seguintes questões:

  • Definição do negócio;
  • As funções de cada fundador e parceiros;
  • Direitos e obrigações dos envolvidos;
  • Descrever sobre eventual saída de qualquer participante do projeto antes de sua formalização;
  • Traçar o momento da constituição formal da sociedade e qual a participação societária dos futuros sócios;
  • Propriedade intelectual;
  • Cláusula de resolução de conflitos;
  • Confidencialidade e não concorrência;

Esses são alguns itens importantes que não podem faltar no Memorando. O ideal é tratar o máximo de situações possíveis, tendo em vista que é normal ocorrerem mudanças no início e, assim, você vai estar preparado para isso.

Assim, ao elaborar o MoU sua Startup, além de evitar discussões e disputas entre as partes envolvidas no projeto, esse contrato vai elevar o valor da empresa na medida em que demonstra um ambiente sólido e estável para os investidores.

Percebeu a importância que esse documento tem para o crescimento do seu negócio?

Então, não perca mais tempo! Acesse juddi.com e encontre esse e outros contratos prontos para você personalizar.

Qual a melhor opção: Sociedade Limitada Unipessoal ou EIRELI?

A criação da modalidade de Empresa Individual de Responsabilidade Limitada – EIRELI pela Lei 12.441, em 2011, foi um importante avanço para a época, pois trouxe a possibilidade do empreendedor abrir seu negócio sozinho e não colocar em risco o patrimônio pessoal. 

Ano passado, a Lei 13.871, mais conhecida como a “Lei da Liberdade Econômica”, criou um novo tipo societário, a Sociedade Limitada Unipessoal, com características semelhantes à EIRELI, mas com novidades que merecem atenção. 

Primeiro, vamos às semelhanças.

As principais vantagens de escolher essas modalidades empresariais são:

1. Você terá seu patrimônio pessoal protegido

A constituição de uma personalidade jurídica com responsabilidade limitada, significa que em caso de dívidas contraídas durante as atividades empresariais, somente o patrimônio da Empresa será utilizado para quitá-las.

2. Não precisa de sócio

É muito difícil encontrar um sócio disposto a abrir uma empresa e ser compatível com todas as suas exigências. Então, caso não queira abrir mão das suas individualidades ou qualquer outro motivo, você pode ser o único dono do negócio.

Mas afinal, o que diferencia a Sociedade Limitada Unipessoal da EIRELI?

Apesar de serem boas opções, exatamente o que as diferencia faz com que a Sociedade Limitada Unipessoal ocupe o primeiro lugar no podium no quesito “facilitar o empreendedorismo”.

Isso porque, essa não possui as limitações existentes para a constituição da EIRELI, quais sejam:

Exigência de capital social de, no mínimo, 100 (cem) salários mínimos, que deverá ser totalmente integralizado no momento da constituição;

Restrição para as pessoas físicas serem titulares de apenas uma EIRELI.

Claro, para algumas pessoas essas limitações são decisivas para a constituição da empresa, principalmente pela obrigação de existir um capital social mínimo.

Mas, caso não seja o seu caso, você deve analisar mais profundamente e escolher a modalidade que mais atenderá as necessidades do seu negócio.

Após escolhido o tipo empresarial, o próximo passo é começar os procedimentos para regularizar a empresa, seja ela EIRELI ou Unipessoal. 

Para isso, primeiro, você precisa fazer o registro na Junta Comercial do estado em que será exercido as atividades empresariais, apresentando, além de outros documentos, o ato constitutivo da Sociedade.

O ato constitutivo é fundamental para a abertura da empresa, por isso não esqueça de mencionar:

Nome empresarial;

Sede social e a possibilidade de existirem novas filiais;

Objeto social (em caso de denominação empresarial);

Prazo de duração das atividades;

Capital social;

Cessão de quotas;

Administração;

Balanço patrimonial.

Então, depois de ler nosso post, você conseguiu se decidir qual tipo societário é melhor para o seu negócio?

Nós sabemos que uma empresa exige muito e estamos sempre aqui para te auxiliar. Então, é claro que não ficaremos fora do seu nascimento.

Acesse: http://juddi.com.vc!

É só preencher o modelo que preparamos para constituir sua EIRELI ou Sociedade Limitada Unipessoal de acordo com suas especificidades e pronto! O primeiro passo será dado de forma rápida e segura.

Contrato individual de trabalho: segurança para sua empresa e transparência com seus colaboradores

A contratação de um novo colaborador para a sua empresa deve ser formalizada por meio de um contrato individual de trabalho.

Dessa forma, o contrato de trabalho valida a relação trabalhista entre você e o seu colaborador, além de evitar eventuais demandas judiciais e custos elevados para a sua empresa.

Por isso, vamos te mostrar como elaborar o seu contrato de acordo com regras impostas pela legislação trabalhista.

É fundamental que descreva no contrato individual de trabalho:

A função desempenhada pelo seu colaborador as tarefas que serão desempenhadas;

A jornada de trabalho, sem esquecer as regras da CLT, como máximo de horas semanais;

A remuneração pelos serviços prestados;

O local de exercício de trabalho;

Cláusulas especiais, como de confidencialidade, vedação à concorrência e de exclusividade;

As obrigações da empresa e do funcionário;

Os benefícios oferecidos;

Formas de rescisão do contrato de trabalho. 

Responda: qual prazo será estabelecido para esse contrato trabalhista?

Regra geral, o contrato individual de trabalho não tem prazo determinado. 

Porém, há três hipóteses em que você pode indicar um período de validade, ou seja, o seu contrato pode ter prazo determinado nas seguintes situações:

Contrato de experiência;

Quando a atividade da sua empresa tem caráter temporário, como, por exemplo, funcionar apenas no Natal; ou

O tipo de serviço prestado pelo colaborador justificar a determinação de prazo;

Ainda, fique atento às novidades trazidas pela Reforma Trabalhista!

Agora você pode firmar um contrato individual de trabalho intermitente com o seu colaborador. 

Os seus colaboradores serão remunerados de acordo com o período trabalhado e os períodos de prestação de serviço não terão dia e horário fixados.

Além disso, a reforma legalizou o teletrabalho, apelidado de “home office”. 

Nessa relação, o seu funcionário não tem obrigação de cumprir uma jornada fixa de trabalho e você vai apenas estabelecer tarefas e monitorar seu cumprimento.

Caso você tenha interesse em implementar o trabalho intermitente ou o teletrabalho na sua empresa, a Juddi vai te ajudar, acesse http://juddi.com.vc e veja esses e outros documentos prontos para você personalizar.

Por fim, não esqueça de anexar os documentos que deverão acompanhar esse contrato de trabalho, ok?

Além de outros documentos específicos da própria categoria profissional, você deve exigir que seu colaborador forneça:

Documento de identificação;

Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS);

CPF (Cadastro de Pessoas Físicas, da Receita Federal do Brasil);

Título de eleitor;

Certificado de reservista ou alistamento militar;

Inscrição no PIS/PASEP (Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público);

Declaração expressa do funcionário de concordância em relação aos descontos sindicais;

Declaração expressa do funcionário de concordância com as normas relacionadas à Lei nº 13.709/18 que regulamenta a Proteção de Dados Pessoais e da Lei nº 12.965/14 que regulamenta o Marco Civil da Internet. 

Termo de responsabilidade assinado pelo colaborador, comprometendo-se a seguir as instruções de prevenção a doenças e acidentes do trabalho fornecidas por você;

Termo de sigilo e confidencialidade;

Declaração expressa do trabalhador de concordância com o Código de Ética e normas de Compliance;

Imprima o contrato individual de trabalho em duas vias (uma ficará com você e a outra com seu colaborador) para que ambos assinem, assim como também por duas testemunhas.

Bom, agora que você já sabe como fazer, nossa missão está cumprida.

Mas se quiser facilitar seu trabalho e otimizar seu tempo, a nossa Plataforma Virtual tem esse e outros acordos prontos para você criar e personalizar.

Acesse: juddi.com.vc 

Até a próxima!

Mariana Mena Barreto, Consultora da Juddi.

Como reduzir a jornada dos colaboradores do jeito certo

Em razão da crise gerada pelo COVID-19, entrou em vigor no início de abril a Medida Provisória nº 936, como um Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda para ajudar as empresas durante a pandemia.

Uma das alternativas é diminuir a jornada de trabalho do empregado e, consequentemente, o seu salário.

Para isso, você vai precisar cumprir alguns requisitos básicos para evitar eventuais demandas judiciais, e é isso que vamos te ensinar aqui neste artigo.

Aprenda como fazer a suspensão do contrato de trabalho dos seus empregados durante a pandemia do covid-19

Antes de qualquer coisa, faça uma carta proposta

Primeiramente, você deve formalizar o consentimento do seu empregado. Isso é feito através de uma carta proposta.

A carta vai demonstrar seu interesse em reduzir temporariamente o período laboral, em razão dos impactos ocasionados pela pandemia. 

Assim, seu funcionário deverá aceitar, assinar e devolvê-la para você.

É importante explicar para o trabalhador que, durante esse período, parte do salário será paga pela empresa e outra parte será paga pelo governo, com base nos valores do seguro desemprego.

E lembre que essa proposta deve ser datada 02 dias antes do início da redução de jornada e salário.

Depois, você precisa oficializar essa nova relação trabalhista por meio de um acordo individual. 

O que não pode faltar no acordo individual para diminuir a jornada de trabalho dos seus colaboradores

O acordo individual de redução de jornada e salário consiste em detalhar as regras que serão aplicadas ao contrato de trabalho nesse tempo. 

Esse é o documento que comprova e valida a relação estabelecida.

Na hora de elaborar esse termo, não se esqueça de preencher os seguintes requisitos:

Qualificação das partes, como nome completo, estado civil, documentos pessoais e endereço completo;

A situação a ser formalizada;

Motivos e interesses envolvidos na realização do aditivo;

Objeto do acordo e remuneração.

Além disso, fique atento às regras impostas na Medida Provisória:

O salário-hora do seu empregado deve ser preservado;

A redução é de 25, 50 ou 70%;

O prazo máximo a ser estabelecido é de 90 dias;

A jornada e o salário integrais deverão ser restabelecidos em dois dias corridos, assim que for cessada a redução de jornada e salarial.

Informar ao Ministério da Economia a redução da jornada de trabalho e de salário do contrato de trabalho, no prazo de dez dias, contado da data da celebração do acordo para início do pagamento do benefício;  

Ao final, o acordo tem que ser feito em duas vias impressas, para o empregador e para o empregado, assinadas por ambas as partes e por duas testemunhas.

Bom, agora que você já sabe como fazer, nossa missão está cumprida. 

É só se inscrever na Juddi e criar e personalizar seus contratos, sem qualquer custo.

Até a próxima!